segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Vasco Regaleira e o Banco de Angola



Arquitecto Filomeno Fialho apresenta investigação sobre o BNA

A obra de carácter históricocientífico intitulada “Banco Nacional de Angola – 60 anos de edificação” foi apresentada a público no passado dia 4 do corrente, no hall daquela instituição financeira, para celebrar mais um aniversário do BNA.

Da autoria do arquitecto Filomeno Fialho, que também exerce o cargo de consultor do governador e director de património e serviços do banco, o livro, com 184 páginas em impressão de capa dura cartonada e com numa cuidada impressão gráfica representa, no dizer do seu autor, um trabalho de pesquisa e de investigação de sete anos consecutivos, durante os quais, Filomeno Fialho não poupou esforços para contactar até a família do arquitecto Vasco Regaleira em Portugal, autor do projecto arquitectónico do edifício que é hoje a sede do BNA.
Fialho contou com o testemunho vivo de um dos construtores do edifício, Manuel Henrique Pires, falecido este ano e que trabalhou na edificação da obra como construtor de tectos falsos (caixetones).

A ideia do livro nasceu após uma apresentação que o arquitecto Fialho, já no cargo de director do património, fez aquando da celebração dos 50 anos do BNA, e que visa “despertar a consciência de muitos para a necessidade da preservação do património histórico”, património que, no caso do BNA, é composto de obras de arte arquitectónica de inegável valor estético e patrimonial.


Como se lê, à página 56, “na elaboração do projecto, o arquitecto pretendeu conceber uma obra que arquitectonicamente reflectisse a época Setecentista” (...) datada “da grandiosidade e carácter que um edifício desta natureza deve ter...” (...) “...á data da sua inauguração – 7 de Setembro de 1956 – tornar-se-ia pela sua função e monumentalidade, num exemplar único da Arquitectura do Mundo Lusófono e no ex-libris de Angola, coroa que ainda hoje ostenta.”

Para além do figurino estético material, o livro fala-nos também da história do banco que está intimamente relacionada com a história económica de Angola. Daí a sua importância, tanto para académicos, como estudantes e público em geral.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Torres Vedras, Câmara Escura, AAS

Até 4 Janeiro

No blog do Augusto Alves da Silva, esta foto levou o tratamento conveniente e ficou outra coisa (a partir do meu fb); até me pareceu uma boa foto.

https://www.facebook.com (28 de Outubro) fb da C|amara Escura

http://augustoalvesdasilva.blogspot.nl blog do A.A.S.

"reportagem"









tratada pelo Augusto
191KB (709x946p  72p/i)



Mauro Pinto: conversa n'a Pequena Galeria


20 de Novembro 2013.
Mauro Pinto e a fotografia moçambicana.
Os anos do Photofesta, as Ocupações (Maputo 2010), o Prémio BES Photo 2012.

http://www.afronova.com/Mauro-Pinto.html

http://p3.publico.pt/cultura/exposicoes/7465/mauro-pinto

http://www.buala.org/pt/cara-a-cara/mauro-pinto-fotografa-os-restos-do-mundo-em-maputo (por Alexandra Lucas Coelho

http://ocupacoestemporarias.blogspot.pt/search?q=Mauro+Pinto


de Ocupações Temporárias:
Quinta-feira, 25 de Março de 2010
OLHO/EYE


O olho e o olhar de Mauro Pinto

A fotografia é uma forma de comunicação, uma linguagem de leitura universal tendo ao longo do tempo apoiado a nossa memória, quer individual quer colectiva, assumindo uma importância vital na evolução das artes e ganhando por mérito próprio um lugar entre elas.
O trabalho de Mauro Pinto é resultado de uma forte referência da tradição do fotojornalismo Moçambicano e da sua tradução para uma linguagem contemporânea, reinventando consigo novos formalismos e temáticas. Há uma clara dualidade no seu trabalho, entre a continuidade de nos mostrar os alertas sociais que se apresentam ao seu redor e o rompimento de uma dialéctica de leitura directa, experimentando, sem preconceitos, novas soluções estéticas e conceptualmente mais complexas. O seu trabalho assume uma dicotomia entre o regional e o global, entre norte e sul, entre a abundância e a escassez. Mauro Pinto é um fotógrafo comprometido com um olhar de alerta do seu tempo. Representa a resistência de um contexto periférico e a coragem da inevitável afirmação de um olhar original em circuitos regionais e inter-continentais, afirmando-se como um fotógrafo de contrastes e de forte dinamismo social
tem no seu trabalho uma boa base para o entendimento de diferenças e semelhanças entre várias culturas. Com resultados formais mais ou menos complexos o seu espaço como comunicador de imagens já ultrapassa claramente o retrato do seu meio, estando no entanto bem evidente ao longo da sua obra, apresentando uma linguagem universal cada vez mais equilibrada, firme e lúcida.
Mauro Pinto tem vindo a posicionar-se entre as referências Nacionais no contexto fotográfico, tendo ainda um largo espaço de evolução, afirma-se como um dos obreiros da nova fotografia Moçambicana

António Vergílio

Fotografia/Photo: Filipe Branquinho

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 17 de Abril de 2012



8ª edição do Prémio BESPHOTO

CCB, 17 Abril a 27 de Maio e  Pinacoteca em S. Paulo, 16 de Junho.

foto Mauro Pinto


Dá Licença” foi, entre Novembro de 2011 e Janeiro de 2012, a minha senha de entrada para a realização deste projecto fotográfico no Bairro da Mafalala, em Maputo.O que desenho nesta proposta não é um mapa, não são somente as linhas limítrofes da cidade de cimento e da Mafalala, ou a topografia de tecido urbano com a especulação imobiliária que pulsa. O que trago para aqui é uma certidão de nascimento narrativa, pessoal e colectiva. É uma árvore genealógica descrita nestes móveis, nesta luz, nestas bugigangas, pertencentes a estes negros, mestiços, emigrantes, imigrados, resistentes.“Dá licença” passa assim a ser uma interjeição afirmativa para iniciar um relato e afirmar uma existência.

Mauro Pinto










Viagem sem inocência
“Porto de Luanda” e “Porto de Maputo” exibem os primeiros resultados do projecto “Portos de convergência” onde investigo as relações das culturas da África Austral com o resto do mundo, em particular com o continente americano e europeu, numa busca do que será legado o africano em outros continentes.
Historicamente, é no triângulo Africa-América-Europa que se desenham as principais rotas da migração massiva e bruta feita pelo comércio de escravos africanos. Para se entender realmente a importância do legado africano em terras estrangeiras, é necessário retroceder aos pontos históricos de partida e de chegada das populações oriundas de África: os portos marítimos.
Esta revisitação de lugares que retoma percursos, refaz rotas de entrada e saída, numa repetição de trajectos e locais, não tem qualquer inocência. É antes uma busca activa das marcas dos antepassados e, simultaneamente, o confronto, e o seu registo, com a continuidade desta circulação, deste tráfego/tráfico migratório marginal, condenável, condenado e consentido, que exporta, de forma tão mal acondicionada, África para o mundo.
Mauro Pinto













Fot António Luís Sousa, 20 Nov. PG



segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Itinerário actualizado (Lisboa, até 24)

1.
Rua Poço dos Negros, cartaz - exposição na Rua de São Bento 134 (até 1 Dez.)
 Samuel Matzig
http://samuelmatzig.ch/

2.
 Cristina Garcia Rodero em Vidas Ciganas/Lungo Drom, Museu da Cidade
até 24 Nov.

 Eduardo Gageiro
Uma exp. vinda de Espanha (projecto europeu Romani Lives)
 http://www.accioncultural.es/es/actividades/vidas-gitanas-lungo-drom

3. 
 Kameraphoto, K Galeria, Augusto Brázio, "Bang!"
e Martim Ramos, “Melancholia”
4 livros, 4 fotografias. Até Dez.

4. 
 José Cabral, "De Perto", Centro InterculturaCidade
e Luís Basto, "Espaços Iluminados"


5. 
Ricardo Canelas, Pickpocket (até 23 Nov.)

6. 
Jakub Karwowski, "Sentimental fiction", Módulo
até 14 Dez.

7. 
A Pequena Galeria, João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira, "Rumor"
até 6 Dez.

8. 
Tito Mouraz.  Dear Stories, Plataforma Revolver
Inês D'Orey.  
Mireille Loup. Tito Mouraz
Mireille Loup e Luisa Ferreira
até 11 Jan.