quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Moçambique 40 anos 4 fotógrafos. Leiria

6 Junho - 22 de Agosto

M/i/mo - Museu da Imagem em Movimento, em Leiria

  Sala 1_5922M/i/mo - Museu da Imagem em Movimento, Leiria link

1. Uma história breve (e recente) da fotografia em Moçambique em 4 vitrinas

Livros 1 _5895
Ricardo Rangel: "R.R. Photographe du Mozambique", Paris 1994.  "Pão nosso de cada noite", Marimbique, Maputo 2004 e "R.R. Insubmisso e Generoso", Marimbique 2014.
Rogério (Rogério Pereira, Lisboa 1942-1987),  MOMENTOS, Fundação C. Gulbenkian, Lisboa, 1982.
MOÇAMBIQUE A TERRA E OS HOMENS, Associação Moçambicana de Fotografia, 1984 (capa de R. Rangel)
e dois DVDs: Licínio de Azevedo, FERRO EM BRASA 2006
e "SEM FLASH - Homenagem a Ricardo Rangel (1924-2009)",  de Bruno Z'Graggen; Angelo Sansone, 2012

4 fotógrafos de Moçambique

Moçambique, 40 anos - 4 fotógrafos
Moira Forjaz - José Cabral - Luis Basto - Filipe Branquinho

No Mimo - Museu da Imagem em Movimento, 
A fotografia em Moçambique, somando os caminhos do fotojornalismo, da documentação e da afirmação artística, constitui uma das dimensões mais reconhecidas da produção e da identidade cultural do país. Para isso contribuiu em especial a figura e a obra de Ricardo Rangel (1924-2009), fotógrafo de imprensa influente desde os anos 60, que se impôs no tempo colonial e exerceu uma eficaz acção formativa depois da independência. Apesar das dificuldade criadas pela longa guerra civil e pela debilidade económica do país, até tempos recentes, Moçambique tem conhecido condições para a prática e a divulgação da fotografia que constituem um caso singular no panorama africano, comprovado por toda uma galeria de autores relevantes e uma assinalável continuidade criativa.

Para apresentar a importância da fotografia moçambicana, optou-se nesta exposição por reunir um conjunto alargado de obras de quatro fotógrafos com lugares destacados e também diferenciados ao longo do tempo, em vez de se procurar reunir uma antologia interessada na enumeração exaustiva dos muitos nomes dessa mesma história. A mostra conta com obras expostas desde 2009 em várias iniciativas e com outras escolhidas para este novo projecto, cuja oportunidade se sublinha na ocasião em que se celebram os 40 anos da independência de Moçambique.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Gravura

Considerando a prática da gravura, o tema da reprodutibilidade (...o W. Benjamin andou a tentar entender, e a sua tentativa tem sido demasiado reproduzida...) distrai com frequência da questão principal: a consideração da originalidade ou especificidade do modo de criação da obra. No caso da gravura a obra original é a impressão sobre papel de um desenho realizado sobre cobre - o que não é o mesmo, quanto à materialidade do objecto e à sua eficácia visual, que um desenho sobre papel ou que a reprodução tipográfica ou fotográfica ou fotomecânica. 
Os processos de criação/gravação e de impressão de uma matriz são muito diferentes entre si. Acontece que algumas obras gráficas (estampas) não chegam a ser objecto de edição, não são reproduzidas/ /multiplicadas, conhecendo-se apenas um ou dois ou pouco mais exemplares impressos (em geral não numerados).